sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

QUEDA E RESTAURAÇÃO - 2 SM 12.1-15A - PARTE 2

O apóstolo João nos diz (1 Jo 2.15-17) que somos tentados em três atitudes (Eva e Jesus foram tentados nessas mesmas coisas): a - "Cobiça da carne" - A cobiça pelo prazer físico, ou seja, a preocupação com a satisfação dos desejos físicos; o oposto disso é o autocontrole. b - "Cobiça dos olhos" - A cobiça por tudo o que vemos, ou seja, almejar e acumular coisas, curvando-se ao deus do materialismo; oposto disso é um espírito de generosidade. c - "Ostentação dos bens" - O orgulho por nossas posses, a obsessão pela condição, posição ou por ser importante; o oposto a isso é o compromisso de servir com humildade. 4 - Negação da bondade de Deus. 1 - Nesse momento, o ser humano passa a acreditar que Deus não deseja o melhor para ele, que o Senhor está escondendo o caminho da verdadeira felicidade. Existe, nesse ponto, uma racionalização do erro. a - "Por que Deus me privaria de algo tão bom?" b - "Se Deus quer, realmente, o melhor para mim, então isso tem que ser parte desse plano." c - "Continuar nessa situação (ou sem ter isso) é uma prova de que Deus não é bom." 2 - Agora é o ponto em que começamos a "brincar" com o pecado, testando para ver se seria, realmente algo ruim. a - Foi o momento em que Eva parou para comtenplar a árvore, e ver que "parecia agradável ao paladar, atraente aos olhos, e desejável para dela se obter discernimento." b - Foi o momento em que Davi chamou Bate-Seba ao palácio para uma conversa informal. c - É o momento em que achamos que aquilo que faremos "não tem nada a ver", ninguém vai morrer por causa disso". 5 - A desobediência. a - É o consequente resultado dos passos anteriores, já que nosso foco não está mais no Senhor. b - É uma decisão da pessoa, algo consiente. c - Normalmente nada demais acontece em seguida (como raios caindo do céu, terremotos, vozes fortes, etc). d - Quase sempre, a desobediência a Deus afeta outras pessoas, principalmente as que mais amamos. 2 - SOBRE A RESTAURAÇÃO 1 - É, também, um processo. Sua extenção depende da gravidade do que cometemos (ainda que o pecado sempre seja algo grave). a - Por exemplo, ainda estamos vivendo o processo de restauração de todas as coisas, que começõu no Eden e terminará no dia em que veremos "novos céus e nova terra" - Ap 21.1. b - Existem situações que são resolvidas por simples acerto de contas e pedido de perdão; outras demoram mais e exigem maior reparação e cura.

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